Visita de estudo ao Teatro

Gil Vicente estreou-se em 1502 com o Monólogo do Vaqueiro e desde então não parou de surpreender com os seus autos, farsas e comédias, onde criticava, cheio de humor, desde os mais poderosos até ao simples homem do povo.

Sendo alvo de críticas que questionavam a sua criatividade (ou falta dela), Gil Vicente aceitou o desafio de criar uma peça, partindo do mote “Mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube”, nascendo, assim, a Farsa de Inês Pereira.

A história de Inês, moça casadoira, que procurava um marido “avisado” e que soubesse “tanger viola”, foi-nos apresentada pela companhia de teatro ‘A Barraca’ no passado dia 12 de abril e o elenco conseguiu, com grande sucesso, reproduzir a farsa do “Mestre Gil”. O público, composto por alunos e professores do 10º ano da Escola Secundária de Sampaio, ficou em êxtase com os judeus casamenteiros e com o hilário Pero Marques.

A Farsa de Inês Pereira teve uma óptima adaptação pela companhia teatral “A Barraca” e é uma peça a que toda a gente deveria assistir! Nota 10!

Cátia Pinto, 10º F

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