Sexta-feira, 13 de março, não foi dia de ficar em casa. Nem uma qualquer superstição demoveu professores e alunos das turmas A, B, C, D e E do 12º ano da visita de estudo a Lisboa, de assistir à peça Felizmente há Luar!, de Sttau Monteiro, pelo grupo ‘A Barraca’, e à edição 2015 da Futurália.
De manhã, no Teatro Cinearte, a tarefa exigia fôlego: acompanhar o olhar retrospetivo do dramaturgo sobre a tentativa frustrada de revolta liberal, em 1817, equiparada à impotência para derrotar o regime ‘salazarento’. Dificilmente indissociável do estado de coisas atual, na peça sobressaem as preocupações com o homem e o seu destino, a luta contra a miséria e a alienação, a par com a denúncia da ausência de moral, e o alerta para a necessidade de uma sociedade solidária que permita a verdadeira realização do homem.
À tarde, retemperadas as forças, os alunos percorreram os caminhos do maior certame nacional de educação, formação e empregabilidade, procurando que as opções que terão que fazer, a muito breve trecho, sobre o seu futuro, sejam o mais esclarecidas possível.
Da parte dos professores envolvidos, pareceu-nos que, este ano, a feira esteve aquém de edições anteriores, nomeadamente, no que respeita às atividades e informações disponibilizadas aos alunos. Um sinal dos tempos…

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