O perigo é mesmo esse: esquecer, que equivale a deixar morrer. Em contraponto, as comemorações na Escola Secundária de Sampaio permitiram lembrar o 25 de abril, 40 anos depois. E o condensado de uma dúzia de direitos apresentados na escola pelo grupo de professores de História diz de forma objetiva e esclarecedora o que mudou. Como era antes e como passou a ser depois, respondendo de forma precisa ao porquê desta revolução dos cravos.

Nestes tempos de descontentamento, ouve-se com alguma frequência quem diga que antes do 25 de abril é que era bom… porque a crise é grande e avassaladora e a memória é fraca, por isso convém não esquecer.

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