O Dia da Internet Segura comemorou-se na passada 3ª feira, 11 de fevereiro, contudo é importante realçar que, tal como o Natal, também este se deve comemorar todos os dias. Quando falamos de Internet, é fácil associar as vantagens e esquecer todo o tipo de perigos existentes em cada minuto que os seus filhos passam nesta rede mundial, com possibilidade de contacto com diversos tipos de pessoas.

Será que deixaria a criança ou adolescente sozinho numa grande cidade (Lisboa, Londres, Nova Iorque, Rio de Janeiro)? Comparando com o número de habitantes, os cibernautas em cada momento superam qualquer cidade no mundo e, onde o contacto com os perigos está ao alcance de um click!

São muitos os conselhos que damos aos nossos filhos enquanto eles crescem e tentamos acompanhá-los neste seu processo, tentando evitar que algo lhes aconteça, falando, claro, da vida real! E na segunda vida que eles têm hoje em dia? Será que os acompanhamos e vigiamos da mesma forma?

Todas estas questões têm que proporcionar uma reflexão profunda porque os problemas com crianças e jovens crescem de dia para dia e temos de ter bem presente de que não acontece só aos outros. Por isso, todo o cuidado é pouco! Nesta semana da Internet Segura temos falado com as crianças e jovens do nosso Agrupamento e verifica-se que, nem sempre (ou quase nunca) existe um acompanhamento do percurso dos filhos na Internet e poucos são os que supervisionam os dados e os conteúdos disponibilizados nas várias plataformas que eles frequentam diariamente.

O vídeo que apresentamos hoje mostra um caso de duas jovens inglesas que, com alguma sorte, sobreviveram às más intenções de um predador sexual online. Uma reportagem BBC que passou na SIC Notícias.

Para terminar deixamos uma questão para que pensem!

Acham normal uma criança de 6/7 anos ter perfil no Facebook e que o utilize diariamente?

(para além de não ser permitido pelos regulamentos desta rede social, portanto a data de nascimento está falsificada, será que é um ato consciente dos seus pais? Já para não referir que a questão começa logo com a existência de e-mail… como é que a criança tem um e-mail? Também houve falsificação da idade para o criar ou foi com o consentimento dos pais?)

 

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