Na manhã do dia 1 de Novembro de 1755, há 265 anos, Portugal, especialmente Lisboa, assistiu a umas das maiores tragédias de sempre, o famoso “Terramoto de 1755”.
O sismo destruiu e arrasou a cidade de Lisboa, instaurando o pânico, medo, terror e todo um sofrimento inimaginável.
O terramoto começou por volta das nove e meia, abriram-se fendas no chão, ouviram-se gritos por toda a cidade, barulhos horripilantes que só lá estando os poderíamos sentir com a mesma intensidade. Prédios, casas, desabaram estrondosamente, em 6 minutos intermináveis, Lisboa caiu e transformou-se em ruínas.
Durante toda a manhã fizeram-se sentir fortes réplicas deste sismo. As pessoas estavam aterrorizadas, os corpos multiplicavam-se pelas ruas e os incêndios alastravam-se por toda a cidade descontroladamente.
Como se tal não bastasse, um tsunami gigante e aterrador, produzido pelo movimento de duas placas tectónicas, surgiu e engoliu a cidade. Estima-se que tenham morrido, pelo menos, 10000 pessoas.
A união de esforços e o espírito combativo dos Portugueses permitiram a reconstrução da cidade sob orientação de Marquês de Pombal, dando uma nova configuração á baixa de Lisboa (baixa Pombalina).

Trabalho realizado por: Ricardo Emílio 11ºG

O Terramoto de 1755 por João Glama, pintor português do século XVIII
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa

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