Todos os anos, o mês de junho se inicia com o Dia Mundial da Criança, e todos os anos o festejamos em grande. Ora, nestes tempos de exceção, continuamos a festejá-lo magnificamente.

Algumas crianças já na escola…

E outras em suas casas, partilhando a festa com a família e virtualmente com os amigos.

Os alunos dos primeiros anos foram desafiados pelas suas professoras a confecionar, em suas casas, uma receita fácil, agradável e nutritiva…

Quando se tem uma horta, os ingredientes são verdadeiramente biológicos.

E como não há festa sem doce…

E outros testemunhos artísticos assinalaram o DIA…

Neste regresso à escola, os alunos da EPE puderam verificar como a sua horta “sentiu” a sua ausência… e apressaram-se a mimá-la com desvelados cuidados.

Ouviram a história do “Pequeno azul e pequeno amarelo”, quiseram experimentar e descobriram como se faz o verde…

Aprender com as mãos é divertidíssimo… é o que se chama “meter as mãos na massa”… e esta era “mágica”!

No dia 5 de junho, comemorou-se o Dia do Ambiente e, na escola, as crianças criaram “eco-monstros”…

Quando a temperatura sobe a água é uma atração…

E sobre o tema “água” há sempre muito “que se lhe diga”… Os alunos ouviram a canção “Água fria da ribeira”, cantada pela Beatriz Costa (artista portuguesa já desaparecida). E assim descobriram que “antigamente” a roupa era lavada à mão nos cursos de água naturais, em tanques ou em simples alguidares e quiseram experimentar.

Então por que é que a roupa “seca”?

Vamos experimentar de outra maneira!

Descobriram o “ciclo da água”… e que bem o representaram!

E ainda descobriram que o arco-íris aparece sempre que uma criança quiser… e o SOL ajudar!

Com o mês de junho, chegam também os Santos Populares, comemorados nas ruas das vilas e cidades com arrais típicos, marchas muito bem ensaiadas, manjericos decorados com quadras e sardinhas assadas. As crianças também se prepararam para estas festividades…

Os manjericos de papel são vistosos, mas os manjericos de verdade, para além de bonitos, cheiram bem.

Os arraias populares são sempre divertidos e abrem o apetite para um lanchinho partilhado. E, para isso, fizeram-se bolinhos de coco e pãezinhos com chouriço. Que saudades tínhamos!

Os dias de festa são dias raros, nos quais as mesas se cobrem de alimentos saborosos, mas dos quais não podemos abusar. Todos sabemos disso!

Na EPE, para os dias comuns, os alunos prepararam umas receitas muito saudáveis, como uma sopa deliciosa…

Uma sobremesa gostosa e colorida…

…e uma guloseima muito divertida e saudável…

Para confecionar uma receita precisamos dos ingredientes, mas há ingredientes que não precisam de receita e que podemos consumir diretamente. É o caso das frutas.

Os alunos dos primeiros anos responderam a um desafio colocado pelas suas professoras.

Também os desafiaram para fazer origamis de animais…

E, a falar de si, preenchendo os espaços de uma t-shirt, com a canção preferida; se eu fosse um animal; o meu desporto preferido; o meu sítio preferido; autor retrato; idade e ano escolar; e a cor preferida.

E ainda…

Adivinha quem sou eu! Usando metade da fotografia do seu rosto e desenhando a outra metade… quem adivinha  que amigo é?

Os alunos do 2º DS estiveram a fazer simetrias…

Depois partilharam um dos seus desejos com a sua professora…

Sem desenho… a professora Cristina declarou: “O meu desejo é dar um abraço em segurança, bem apertadinho a todos os meus meninos.”

Os alunos finalistas do 4º JS apresentaram os seus trabalhos finais. Aqui deixamos um exemplo do muito e empenhado trabalho realizado.

O Tomás Santos leu o conto “A princesa e a ervilha”, do qual fez o resumo utilizando o Popplet.

O Tomás Trafaria fez um excelente trabalho, de orgulhosa promoção da sua terra, no sentir do qual todos nos revemos.

Eco-Escola

No dia 8 de junho, assinalou-se o Dia Mundial dos Oceanos. A Mafalda do 2º ES visitou o Oceanário de Lisboa, onde decorre uma exposição que realça preocupações ambientais relacionadas com os oceanos. Demonstra-se como o lixo abandonado por falta de civismo pode ser o suporte de uma expressão artística preocupada.

Um chinelo que se rompe e já não serve o nosso pé… para todos será lixo…os cultos colocam-no no contentor… os outros deixam na praia.

Depois passa alguém que “VÊ”, com olhos preocupados…

Ainda bem que é artista! Assim pôde mostrar de forma tão eloquente a falta de civismo de tanta gente…

Biblioteca Escolar

A Biblioteca Voadora “esteve no ar” todo o tempo de distanciamento social e de E@D.

Pôde contar com a colaboração e dedicação de muitos alunos e professoras, que partilharam neste espaço os livros e/ou as histórias de que mais gostam e que fazem parte das suas bibliotecas pessoais.

Foi um espaço de leituras, um espaço de ouvir, contar e ler, como todas as bibliotecas são. Também foi um lugar de desafios em que muitos alunos participaram com verdadeiro entusiasmo e empenho.

Desafio…

Ser Criança Feliz, Rafaela Miguel 4º JS

Cada dia amanhecia com uma nova publicação, por isso contou com seguidores assíduos e curiosos, aos quais deixamos o nosso agradecimento.

Uma biblioteca existe para ser usufruída e nesse sentido a Biblioteca Voadora cumpriu integralmente a sua função.

Cabe aqui um especial agradecimento à educadora Susana Pinhal, bibliotecária dinamizadora de todo este projeto que, sem ela, não teria existido.

Resta lembrar que o exercício da leitura nos é de extrema utilidade. No tempo de férias que se inicia “Ler (é) em qualquer lugar…”

Boas Férias a todos e até setembro.

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