Dez anos volvidos desde a sua criação, a edição deste ano do Prémio Espichel homenageou a Família Chagas, na área Social e Profissional; e, na área Ciências, foi distinguido o professor José Manuel Baptista de Gouveia, do Instituto Superior de Agronomia. A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar a 24 de março passado, no Auditório Conde Ferreira.

O prémio na área Social e Profissional abrangeu três gerações: António Chagas (já falecido), Hélder Chagas e Rita Chagas, por, nas palavras de Odete Graça, Presidente da Assembleia Municipal, “manterem ainda hoje uma referência na atividade da restauração, constituindo um valor acrescido para a vida económica do município de Sesimbra e afirmando-se no panorama regional, nacional e até internacional”.

O prémio entregue ao professor José Gouveia distinguiu o seu “conhecimento único no país e no estrangeiro no que se refere à sua especialização em análise sensorial de azeites virgens, o que o levou a integrar inúmeros júris de prova de azeites em vários países, sendo reconhecido como uma individualidade com valor promocional para o nosso Concelho”.

Este ano, a cerimónia de entrega dos prémios foi antecedida de uma intervenção do professor Paulo Sá Caetano, da Faculdade de Ciências e Tecnologia, sobre o tema: “Cabo Espichel – Aspetos Geológicos e Patrimoniais”. No final da cerimónia, foi apresentado o documentário “Arrábida, da Serra ao Mar”.

Desde a sua criação, em 12 de dezembro de 2003, que o Prémio Espichel se destina a “reconhecer e evidenciar o mérito de pessoas singulares e coletivas por atos relevantes, que tenham influência direta na vida do Concelho ou que constituam uma forma de promoção de Sesimbra em Portugal e no Mundo”, pretendendo ser também “um estímulo à solidariedade, à inovação e à criatividade”, afirmou Susana Marquês Jeremias, em representação da Câmara Municipal de Sesimbra.

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Fotos: Rui Rodrigues, CMS

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